Vamos escrever uma carta ao Pai Natal?


Escrever a alguém para pedir uma prenda, até pode parecer um acto egoísta. Do género “se eu lhe pedir por carta, não me vai dizer que não”, mas a realidade é que, pelo menos este “alguém” está à espera desse pedido.

Trata-se, pois claro, do Pai Natal que, todos os anos, por esta altura, tem as mãos cheias de cartas de crianças de todo o mundo que, mais ou menos crentes da sua existência, se enchem de esperanças que o velhinho das barbas brancas lhes dê o que elas pediram.

Muitos de nós nos lembramos do entusiasmo de enviar a carta ao Pai Natal! Mais do que esperar as prendas como “resposta”, a realidade é que escrever esta carta, escrever a morada (tão simples, e chega sempre ao destino: Pai Natal, Pólo Norte), colar o selo, levar até aos correios, era quase um acto adulto. Que crescidos que éramos nessa altura. E, claro, bem-comportadinhos!

Se nós nos lembrarmos desses momentos da nossa infância, porque não adoptar essa tradição com os nossos filhos?

Alinhe na brincadeira! Dê-lhes um papel e uma caneta, e deixe-os pedir à vontade. Não se esqueça de fotocopiar a carta! Mais tarde, como nós, vão gostar de ler as teorias, disparates e verdades da infância (por exemplo, esta que vos escreve chamava o Pai Natal de Pina Pala…)

E pode ter a certeza que o Pai Natal vai responder. Afinal, ele até pode não trazer todas as prendas pedidas, mas terá sempre uma palavra amiga a dizer no retorno do correio.

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